A ECT faturou no ano passado mais de 13 bilhões e ficou com um lucro líquido
acima dos 826 milhões, mas está querendo aplicar um novo golpe nos
trabalhadores, destinando para pagamento da PLR, somente 97 milhões.
O lucro foi atingido com
muito suor e sacrifício de
todos trabalhadores,
especialmente o pessoal de
nível básico (Carteiros,
OTT‘s, Atendentes,
Motoristas, Auxiliares
administrativos e outros),
pois foi processado no ano
em que faltou mais de 10
mil trabalhadores nos
quadros da empresa, que
expressa que produzimos
muito mais, para garantir
que não ocorresse um
apagão postal no país.
Por outro lado a direção
da empresa quer pagar
menos do que pagou no ano
passado! Isso é inaceitável.
E nós não vamos permitir
essa sacanagem da empresa
contra todos os
trabalhadores dos correios.
PLR DIFERENCIADA E DISCRIMINATÓRIA
Sindicatos de todo país exigem R$ 2.000,00 igual para todos
Além de destinar um valor menor para
pagamento da PLR/2010, a direção da
empresa quer pagar a PLR de forma
diferenciada e discriminatória. Diferenciada
porque quer pagar mais para a chefia e
menos para os trabalhadores.Discriminatória
porque deixa de fora os trabalhadores que
por ventura tiveram que faltar ao serviço ou
ficaram doentes com afastamento acima de
três meses. Isso é punir os trabalhadores
duas vezes, pois, já perderam os dias
quando faltaram ou ficou na dependência
do INSS devido ao seu problema de saúde
que a maioria é de doença profissional.Por
isso o Conselho de Representantes da
FENTECT, que é composto por um
representante de cada sindicato a nível
nacional, deliberou que a luta vai ser por
PLR de 2 mil reais, igual para todos sem
distinção.
Calendário de luta aprovado no CONSIN
• Entre os dias 21/03 a 08/04: Mobilização nas bases,
• Dia 11-04 : Envio de caravanas à Brasília:
• Dia 12-04 – Ato em frente ao prédio da ECT;
• Dia 13-04 – Ato em frente ao MINICOM
(ministério das comunicação);
• Dia 14-04 – Ato em frente à Casa Civil;
• Dia 19-04 : Assembléias para votar o Estado de
Greve
• Dia 26-04 : Assembléias para votar a Greve por
Tempo Indeterminado
Eixos de campanha: Contra as mudanças do Estatuto
– Concurso Público – PLR Linear - Melhores
Condições de Trabalho.
CONSIN APROVA GREVE
PELA PLR LINEAR PARA TODOS
OPOSIÇÃO
Ás direções do SINTECT/SP e FENTECT
Em defesa dos correios público, 100% estatal de boa qualidade e sob controle dos trabalhadores!
Boletim
Abril de 2011
Mais cargos para
os sindicalistas governistas
A cooptação dos dirigentes
sindicais foi uma marca do governo
Lula, mas não terminou com ele. A
briga em torno do reajuste do salário
mínimo pode ter dado a falsa
impressão que o governo Dilma
entrava em rota de colisão com as
centrais. Mas Dilma demonstra
seguir a estratégia de seu
antecessor e toma medidas para
reforçar ainda mais a cooptação de
dirigentes sindicais ao Estado. No
dia 11 de março o governo
regulamentou uma lei aprovada no
final de dezembro do ano passado.
A portaria assinada pela ministra do
Planejamento Miriam Belchior
detalha a lei que garante um lugar
aos trabalhadores nos conselhos de
administração de empresas
estatais ou de sociedades mistas,
ou seja, de empresas com capital
público e privado, com mais de 200
funcionários. De acordo com o
ministério, 59 empresas criarão
postos para receberem os novos
conselheiros. Os representantes
das principais centrais sindicais,
como a Força Sindical, CUT, CTB,
e outras comemoraram a
regulamentação da nova lei. O vicepresidente
da CUT, José Lopez
Feijó, ex-presidente do Sindicato
dos Metalúrgicos do ABC, afirmou
à imprensa que “ter um
representante nos conselhos de
administração significa
democratizar a gestão da estatal”.
Mas será essa uma medida que vai
realmente aumentar o poder dos
trabalhadores nessas empresas?
Pela lei, esses novos conselheiros,
definidos em eleições controladas
pelos sindicatos e as empresas,
não vão ter poder de voto em
decisões que afetem diretamente
os trabalhadores, como salário ou
PLR. Ao mesmo tempo, terão um
significativo aumento salarial. De
acordo com o jornal Estado de S.
Paulo, um conselheiro do Banco do
Brasil ganha R$ 3.606 por mês,
enquanto na Eletrobrás esse valor
chega a R$ 4.212.Ou seja, uma vez
na administração da empresa, esse
conselheiro vai gerir a estatal
juntamente com os representantes
do governo e dos investidores. O
salário extra e demais privilégios,
por sua vez, vão aprofundar a
burocratização desses dirigentes,
que atuarão não em defesa dos
trabalhadores, mas de seus
próprios interesses. No início de
2009, por exemplo, quando a crise
econômica atingiu em cheio o
Brasil, a Embraer, embora tivesse
entre seus principais acionistas a
Previ, o fundo de pensão dos
funcionários do Banco do Brasil,
demitiu 4.200 trabalhadores. A
direção do fundo de pensão, com
assento no conselho da empresa,
não impediu ou se voltou contra
essa medida. Os próprios fundos
de pensão são exemplos de como
ocorre essa cooptação, com
antigos dirigentes tornando-se
gestores diretos do capital.
Solta a língua
Zé da Mala
Os funcionários que prestam
serviço na Submarino de Osasco,
não estão agüentando a
sobrecarga de trabalho. Os correios
tinha que mandar para lá 4
funcionários, mas tem dia que só
manda 1, e esse tem que trabalhar
igual camelo. Além disso, faltam
funcionários, material, tudo, até
respeito. O pior é que agora eles
têm dois patrões, os Correios e a
Submarino! Porque quem mais exige
produção dos funcionários é a
Submarino. Exigimos providências
da ASGET o mais rápido possível.
Escravos da
Submarino
CEE AGUA BRANCA, se
organizam contra o SDE
Cansados de sofrerem com o desdobramento
da implantação do
SDE, que só causou sobrecarga de
trabalho, os trabalhadores resolveram
criar uma comissão para
apontar os problemas que o SDE
tem trazido como: prejuízos para
os trabalhadores que sofrem com
as mudanças nos horários, perdas
de direitos e perda dos clientes
para o CEE . Hoje faltam materiais
e gente para executar o trabalho.
Os companheiros do CEE AGUA
BRANCA estão dando exemplo de
como se deve enfrentar esta política
irresponsável da direção da
empresa
Gerentes do GMIMP
perseguem trabalhadores
Os paus mandados da empresa não
se contentam em exigir produção
excessiva dos trabalhadores. Agora
estão perseguindo pessoalmente
os funcionários, ou seja, assediando
moralmente os trabalhadores,
principalmente os mais velhos
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