| ECT apresenta critérios da PLR; valor segue indefinido | |
| Data: 14/04/2011 | |
| A comissão da ECT apresentou ontem (13) os critérios para a distribuição da PLR de 2010 e 2011. Em reunião com os representantes dos trabalhadores, o coordenador de negociação da PLR, João Rocha, informou ainda que a proposta final foi aprovada pela Redir, mas ainda será submetido a análise do DEST (departamento de controle das estatais). Entretanto, o valor de distribuição segue indefinido. Segundo Nilson Rodrigues dos Santos, secretário-geral do Sintcom-PR e integrante da Comissão de Negociação da Fentect, a empresa pode chamar uma nova reunião a qualquer momento para apresentar o valores. “Temos uma reunião marcada para hoje (14), mas assim que o Dest se manifestar podemos receber a proposta de valores”, diz Nilson, lembrando que a ECt busca um aporte financeiro que aumentaria o total do lucro destina à distribuição, hoje o valor é 97 milhões de reais. Com a proposta dos critérios e com valores definidos, os trabalhadores se reúnem no dia 19 em assembleias nacionais para discutir sobre as prospostas. No Paraná, as assembleias da próxima terça-feira acontecem em Curitiba, Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa. Veja abaixo os critérios apresentados pela ECT. CRITÉRIOS PLR 2010 - Licença maternidade integral - Acidente de Trabalho /adoção - Licença tratamento de saúde 180 dias integral, passando disto é proporcional. - Falta injustificadas desconto de 10% a cada falta, sobre os 70 % da parcela individual. - Liberação de dirigente sindical com ou sem ônus integral - Lei de greve integral - Suspensão 1 – 25% a cada dia perdem a parcela individual. - Justa causa – não recebe - Piso e teto 1 para 5 - Contrato de experiência – não recebe - 70 linear na parcela individual e 30% na parcela corporativa, ou seja, 30% esta garantido linear a todos as pessoas. CRITÉRIO PLR 2011 * os critérios de 2010 permanecem. - Inclusão do GCR, ou seja, para os trabalhadores que se enquadram no perfil qualificado e 100% e altamente qualificado, acima de 80%. Recebe 100% da parcela individual. - Os empregados que tendem a qualificação recebem 90% da parcela individual. - Os empregados não alinhados recebem 70% da parcela individual. Estes estão abaixo de 70%. | |
quinta-feira, 14 de abril de 2011
PLR 2010
INFORME 022 DA FENTECT, BRASÍLIA-DF 14/04/2011.
.INFORME 022 DA FENTECT, BRASÍLIA-DF 14/04/2011.
AOS SINDICATOS FILIADOS
Companheiros(as), nesta quarta-feira, dia 13/04, aconteceu mais uma reunião de negociação
da PLR/2010. Nesta reunião o coordenador de negociação da PLR, Sr. João Rocha, relatou que a proposta
final foi submetida à REDIR – Reunião de Diretoria - e aprovada, porém a mesma foi submetida à
avaliação do DEST (Departamento de Controle das Estatais), que dará o aval final. A Comissão de
negociação da ECT apresentou os critérios para pagamento da PLR/2010, os quais seguem a baixo:
Critérios para o pagamento da PLR 2010
70% linear na parcela individual e 30% na parcela corporativa, ou seja, 30% está
garantido linear a todos as pessoas;
Licença maternidade, pagamento integral;
Acidente de Trabalho/licença adoção, pagamento integral;
Licença tratamento de saúde (auxílio doença) 180 dias, pagamento integral. Caso esta
licença ultrapasse os 180 dias no ano, o pagamento será proporcional aos dias
trabalhados;
Faltas injustificadas, desconto de 10% a cada falta sobre os 70% da parcela individual;
Liberação de dirigente sindical, com ou sem ônus, pagamento integral;
Lei de greve (greves nacionais e regionais que cumprirem os tramites legais),
pagamento integral;
Suspensão, perda de 25% a cada dia suspenso;
Demissão por justa causa, não recebe;
Diferença entre a menor e a maior PLR será de no máximo de 5 vezes;
Demissão no período de contrato de experiência, não recebe.
Critério para o pagamento da PLR – 2011
70% linear na parcela individual e 30% na parcela corporativa, ou seja, 30% está
garantido linear a todos as pessoas;
Licença maternidade, pagamento integral;
Acidente de Trabalho/licença adoção, pagamento integral;
Licença tratamento de saúde (auxílio doença) 180 dias, pagamento integral. Caso esta
licença ultrapasse os 180 dias no ano, o pagamento será proporcional aos dias
trabalhados;
Faltas injustificadas, desconto de 10% a cada falta sobre os 70% da parcela individual;
Liberação de dirigente sindical, com ou sem ônus, pagamento integral;
Lei de greve (greves nacionais e regionais que cumprirem os tramites legais
AOS SINDICATOS FILIADOS
Companheiros(as), nesta quarta-feira, dia 13/04, aconteceu mais uma reunião de negociação
da PLR/2010. Nesta reunião o coordenador de negociação da PLR, Sr. João Rocha, relatou que a proposta
final foi submetida à REDIR – Reunião de Diretoria - e aprovada, porém a mesma foi submetida à
avaliação do DEST (Departamento de Controle das Estatais), que dará o aval final. A Comissão de
negociação da ECT apresentou os critérios para pagamento da PLR/2010, os quais seguem a baixo:
Critérios para o pagamento da PLR 2010
70% linear na parcela individual e 30% na parcela corporativa, ou seja, 30% está
garantido linear a todos as pessoas;
Licença maternidade, pagamento integral;
Acidente de Trabalho/licença adoção, pagamento integral;
Licença tratamento de saúde (auxílio doença) 180 dias, pagamento integral. Caso esta
licença ultrapasse os 180 dias no ano, o pagamento será proporcional aos dias
trabalhados;
Faltas injustificadas, desconto de 10% a cada falta sobre os 70% da parcela individual;
Liberação de dirigente sindical, com ou sem ônus, pagamento integral;
Lei de greve (greves nacionais e regionais que cumprirem os tramites legais),
pagamento integral;
Suspensão, perda de 25% a cada dia suspenso;
Demissão por justa causa, não recebe;
Diferença entre a menor e a maior PLR será de no máximo de 5 vezes;
Demissão no período de contrato de experiência, não recebe.
Critério para o pagamento da PLR – 2011
70% linear na parcela individual e 30% na parcela corporativa, ou seja, 30% está
garantido linear a todos as pessoas;
Licença maternidade, pagamento integral;
Acidente de Trabalho/licença adoção, pagamento integral;
Licença tratamento de saúde (auxílio doença) 180 dias, pagamento integral. Caso esta
licença ultrapasse os 180 dias no ano, o pagamento será proporcional aos dias
trabalhados;
Faltas injustificadas, desconto de 10% a cada falta sobre os 70% da parcela individual;
Liberação de dirigente sindical, com ou sem ônus, pagamento integral;
Lei de greve (greves nacionais e regionais que cumprirem os tramites legais
segunda-feira, 4 de abril de 2011
boletim mensageiro do sintect - RS
ASSEMBLÉIA DE PORTO ALEGRE
APROVA CALENDÁRIO DE LUTAS
Calendário de Lutas
nReunião de delegados sindicais e
ativisas todas as terças-feiras;
nDe 11 a 19 de abril, mobilizações e
assembléias no interior do Estado;
nDia 19 de abril - ato público e votação
do estado de greve;
nDia 26 de abril - assembléia geral para
deflagração de greve
Eixos da mobilização
nContra o novo Estatuto da ECT
n30 mil novas vagas - concurso já! fim
das terceirizações
nPLR linear para todos - R$ 2 mil
nRetorno imediato dos demitidos.
Anistia Já!
nContra o PCCS 2008.
PARTICIPE TAMBÉM DO SEMINÁRIO ESTADUAL DE
MULHERES - DIA 17 DE ABRIL
PAUTA: Aborto, Lei Maria da Penha, Gênero e
Raça. Sua presença é fundamental para
fortalecer a luta das mulheres trabalhadoras.
Ano IV - Nº 16 - Abril/2011
O Concurso Público já virou motivo de piada!
Ninguém acredita mais que a ECT quer contratar
funcionários concursa-dos para acabar com a
sobrecarga de trabalho e com as péssimas
condições de trabalho.
Junto com a mudança do estatuto, já está
muito claro qual é o objetivo da direção da ECT:
MOT, terceirizados, subsidiárias, etc.
Concursado eles não querem!
Por isso, esse novo edital lançado, novamente
de forma irregular, é quase que ridículo. Oferecer
apenas 9 mil vagas a nível nacional. 500 para o
RS. Certamente, não representa nem um terço
da real necessidade de reposição de vagas, que
é na faixa dos 30 mil.
Quando vemos o número de vagas oferecidas
por localidade, fica mais fácil entender a
palhaçada que é essa nova promessa de
concurso. Veja estes exemplos escandalosos:
Concurso público virou piada!
Carteiro - Porto Alegre, Alvorada,
Cachoeirinha, Eldorado do Sul, Glorinha,
Gravataí, Guaíba, Porto Alegre, Viamão – 156 /
Canoas, Esteio, Nova Santa Rita, Sapucaia do
Sul – 5.
OTT - Porto Alegre, Alvorada, Cachoeirinha,
Eldorado do Sul, Glorinha, Gravataí, Guaíba,
Viamão - 32.
Atendente Comercial - Porto Alegre,
Alvorada, Cacho-eirinha, Eldorado, Glorinha,
Gravataí, Guaíba e Viamão – 0 (CR) – Detalhe:
atribuições da atividade inclui entrega.
Cargo Único é armadilha
AGENTE DE CORREIOS – o que muda é
apenas as atividades. Ou seja, quem não assinou
o Termo de Oposição ao PCCS 2008, não perca
mais tempo. Caso contrário, o cargo é “bombril”,
para todo mundo.
02
PLR: que lucro é esse?
A direção da ECT
oferece apenas R$ 97 milhões
para ser distribuído como PLR
aos trabalha-dores. O lucro
declarado é de cerca de R$ 800
milhões. É impossível acreditar
nisso, pois no ano onde a ECT
mais economizou e menos
investiu em pessoal, o lucro não
pode ter diminuído.
Entretanto, se
considerarmos esse lucro
declarado, o que é oferecido
para pagamento de PLR é
apenas 11% do lucro! Sem
falar, que a empresa
tem R$ 6 bilhões em
caixa, que também é
fruto da
superexploração dos
trabalhadores e da falta de
condições de trabalho.
Portanto, por que não
engordar mais a PLR! Com a
mixaria atual já é possível
garantir R$ 2 mil linear se ao
invés de 11% forem 25% para
o pagamento de PLR. Deveria
e pode ser muito mais.
RESULTADOS
ASTRONÔMICOS
Os resultados de cada
trabalhador, bem como a
produtividade individual, nunca
foi tão alta dentro dos Correios.
No ano de mais dobras,
sobrecarga e péssimas
condições de trabalho, a
categoria merece muito mais.
Não podemos aceitar essa
lógica de diferenciar atividades
para determinar o mérito de
cada um, como se alguém
merecesse mais e outros
menos.
Se essa lógica for utilizada
a sério, é preciso dar toda
PLR aos trabalhadores e
nenhuma aos gestores da alta
cúpula, que afundaram de vez
os Correios interna e
externamente.
Por isso, como mínimo,
temos que exigir a PLR de R$
2 mil para todo mundo. Isso
é uma obrigação da atual
direção dos Correios, como
reparação aos danos causados
ao longo do último ano.
Novo estatuto da ECT é a privatização
A nova tática do governo
para acelerar o processo de
privatização da ECT é a
mudança no Estatuto da
empresa. Os objetivos são: 1)
criar subsidiárias e terceirizar
serviços que sempre foram
responsabilidade dos Correios,
desde a logística, RPN,
transportes e também entrega,
distribuição e coleta. 2)
Possibilita que pessoas de fora
do quadro de funcionários da
ECT sejam nomeadas para
todos os cargos de primeiro
escalão, não apenas a
presidência como é hoje. Isso vai
aumentar o vale-tudo na disputa
dos cargos entre os partidos do
governo. 3) Cria uma
representação sindical dentro do
conselho administrativo da ECT,
que teria direito a um voto e, na
prática, só legitimaria as decisões
da direção da empresa. Isso
aumentaria ainda mais o
atrelamento do movimento
sindical com o governo.
Armadilhas
Esses são apenas três
pontos dos mais debatidos nos
sindicatos, mas é provável que
esse estatuto traga bem mais
armadilhas, que só poderemos
conhecer quando a direção da
ECT criar vergonha e tornar
pública essa proposta.
Na prática, essa mudança
estatutária legaliza e legitima a
política de terceirizações e
precarização do trabalho que o
governo vem impondo ao longo
da última década, com MOT’s,
franquias e terceirizados.
O objetivo é lucrar mais e
gastar menos, pois não pagam em
dia, não pagam hora-extra, não
garantem assistência média e
podem pressionar e assediar à
vontade. Tem empresas
terceirizadas que nem mesmo
pagam seus funcionários, como é
o caso da WORK TIME, que já foi
acionada no ministério público
depois de escândalos na Sertório.
Falta transparência
O mais escandaloso, é que
essa proposta de mudança
estatutária não será debatida
com a categoria, nem com o
movimento sindical e muito
menos com a sociedade. Esse
tema não irá para votação na
Câmara dos Deputados nem no
Senado. Será por decreto
presidencial. Dilma assina e tá
valendo! Isso torna ainda mais
grave esse assunto, pois
podemos ser pegos de surpresa.
Esse medo que o governo
tem de discutir de forma
transparente essa questão, deixa
claro quais são as reais intenções
desse projeto. É a privatização!
Diferente das privatizações de
Collor e FHC na forma, mas
igual no conteúdo.
Ao invés de vender a
empresa inteira, a Frente Popular
vende ações ou terceiriza as
atividades da empresa. Na
prática, segue a mesma política
de entrega do patrimônio
nacional e das estatais aos
grandes empresários, como
ocorre na Petrobrás, BB, CEF e,
agora, ECT.
Tudo isso os trabalhadores
sentem diariamente na pele.
Nunca na história da ECT a
sobrecarga e as péssimas
condições de trabalho foram tão
escandalosas.
Vamos dar um
basta
Os trabalhadores não
agüentam mais as horas extras,
convocações para finais de
semana e a pressão das chefias.
Essa realidade toda gerou um
faturamento gigante para os
Correios, mas agora não
devolvem nada aos trabalhadores.
Precisamos dar um basta nisso.
Mostrar à população que a culpa
não é dos trabalhadores. CHEGA
de sobrecarga, pressão e
precarização do trabalho!
Por isso, não podemos esperar
a campanha salarial. Pode ser
tarde demais. O novo estatuto pode
ser decretado a qualquer momento,
e aí vem subsidiárias, mais
terceirizadas e MOTs. A LUTA É
AGORA. Caso contrário, em
pouco tempo “veremos mais azuis
do que amarelos”.
Por que lutar agora?
03
04
2011 começa com uma onda
crescente de lutas, mobilizações e
revoluções dos trabalhadores e povos
do mundo todo. Depois de um ano
inteiro de ataques, congelamentos
salariais, retirada de direitos e ajustes
fiscais, a classe trabalhadora segue
lutando com cada vez mais força.
Além das inúmeras greves gerais
na Europa, como na França, Espanha,
Portugal e Grécia, as massas do Norte
da África promovem uma das maiores
façanhas da história moderna. As
revoluções na Tunísia, Egito, Líbia,
Iêmem, Barhem, Síria, etc. seguem
crescendo a cada semana. Diferente
do que prega a grande mídia, não são
revoluções apenas democráticas. As
massas lutam por salário, emprego e
contra a miséria crescente gerada pela
crise do capitalismo.
Os EUA e o imperialismo não
têm outra saída senão fingir que apóiam
os povos em luta. Mas, na verdade,
fazem isso para tentar controlar a
situação e impor governos de sua
Todo apoio à luta da classe trabalhadora mundial
confiança na região. Por isso,
devemos prestar nossa solidariedade
aos trabalhadores do mundo árabe que
lutam contra os governos ditatoriais,
mas também devemos ser contra a
estratégia do imperialismo de
bombardear a Líbia para tentar
amordaçar e acabar com a luta
daqueles povos. De nada adianta
governos “democráticos” fantoches da
Casa Branca e de Washington.
No Brasil, a presidente Dilma,
depois de aumentar seu próprio salário
em 133%, cortou R$ 50 bilhões do
orçamento federal. Será muito dinheiro
a menos para a educação, saúde,
transporte, reajuste salarial e inclusive
para investimentos na ECT. Essa
política de apertar os cintos do povo
trabalhador, mas seguir garantindo os
mais altos lucros aos banqueiros e
empresários, mostra desde o início o
verdadeiro papel desse governo.
Vale também dizer que seria uma
obrigação desse governo romper
relações diplomáticas e econômicas
com o governo da Líbia, pois o Brasil
está financiando o banho de sangue
de Kadafi.
Buscar a Unificação
É preciso unificar as lutas das
categorias federais, como Correios,
Bancários, Petroleiros e servidores.
Nosso patrão é o mesmo. Então, por
que não organizar uma forte
mobilização unificada no segundo
semestre, visto que as campanhas
salariais dessas categorias são
bastante próximas umas das outras.
Os trabalhadores brasileiros sentem
na pele que nossa economia não é essa
maravilha toda. O crescimento propagandeado
foi baseado no endividamento
geral da população, ao mesmo tempo
em que os banqueiros e empresários
lucram cada vez mais com o juros alto.
E agora, os cortes de verba e o arrocho
salarial tendem a aumentar.
Organizar a luta
Por tudo isso, precisamos
organizar a nossa luta. Devemos seguir
o exemplo dos trabalhadores do
mundo inteiro que respondem com
greve e protesto a cada ataque dos
governos e patrões.
O Mundo Árabe mostra a força que
tem a unidade dos trabalhadores na
luta. Nós, trabalhadores, que
produzimos as riquezas de tudo,
podemos também decidir os rumos de
qualquer coisa.
Basta acreditarmos na nossa
força e na luta como única maneira
de garantir nossas reivindicações.
EXPEDIENTE
Publicação do Sindicato dos
Trabalhadores em Empresas de
Comunicações Postais, Telegráficas e
Similares do Estado do RS - SINTECT/
RS - Filiado à FENTECT
Rua Buarque de Macedo, 352, Porto Alegre/RS, CEP
90.230-250 - Fone (51) 3346.2133, Fax 3346.5529 e
9186.8112 - e-mail: sintect@portoweb.com.br - site:
www.sintectrs.org.br - Jorn. Resp.: Nara Roxo (MTb
4436) - Tiragem: 5.000 - Impressão: Gráfica
DIRETORIA EXECUTIVA: Vicente Guindani - Secretário Geral; Yuri Monteiro Aguiar -
Secretário de Políticas, Formação e Relação Sindical; Luciano Robinson da Silva (Cazuza) -
Secretário de Imprensa, Divulgação, Cultura e Eventos; Evandro Leonir da Silva - Secretário de
Administração, Finanças e Patrimônio; Carlos Messalla Lima da Rosa - Secretário de Anistia,
Aposentados e Defesa do Emprego; Alexandre dos Santos Nunes - Secretário de Políticas e
Segmentos Sociais; Claudieline Ourique - Secretário de Assuntos Jurídicos; Aristóteles Paes
de Azevedo - Secretário da Questão Racial; Arturus Sansonove - Secretário de Saúde do
Trabalhador; Maria Inês Nunes Martins Secretário da Mulher; Cleber Barcelos Soares -
Diretor de Subsedes.
SUBSEDES: Cássio Luciano de Menezes Silva – Passo Fundo; Taís Melo Paim - Vale dos
Sinos; Henrique Andrade Torales - Pelotas; Décio Juarez Vasconcellos Custódio - Santa
Cruz do Sul; Ana Rita de Cássia Vaz Muner - Caxias do Sul; Edilson Nunes da Silva (Cigano)
– Litoral - Veja a nominata completa da diretoria no site www.sintectrs.org.br
APROVA CALENDÁRIO DE LUTAS
Calendário de Lutas
nReunião de delegados sindicais e
ativisas todas as terças-feiras;
nDe 11 a 19 de abril, mobilizações e
assembléias no interior do Estado;
nDia 19 de abril - ato público e votação
do estado de greve;
nDia 26 de abril - assembléia geral para
deflagração de greve
Eixos da mobilização
nContra o novo Estatuto da ECT
n30 mil novas vagas - concurso já! fim
das terceirizações
nPLR linear para todos - R$ 2 mil
nRetorno imediato dos demitidos.
Anistia Já!
nContra o PCCS 2008.
PARTICIPE TAMBÉM DO SEMINÁRIO ESTADUAL DE
MULHERES - DIA 17 DE ABRIL
PAUTA: Aborto, Lei Maria da Penha, Gênero e
Raça. Sua presença é fundamental para
fortalecer a luta das mulheres trabalhadoras.
Ano IV - Nº 16 - Abril/2011
O Concurso Público já virou motivo de piada!
Ninguém acredita mais que a ECT quer contratar
funcionários concursa-dos para acabar com a
sobrecarga de trabalho e com as péssimas
condições de trabalho.
Junto com a mudança do estatuto, já está
muito claro qual é o objetivo da direção da ECT:
MOT, terceirizados, subsidiárias, etc.
Concursado eles não querem!
Por isso, esse novo edital lançado, novamente
de forma irregular, é quase que ridículo. Oferecer
apenas 9 mil vagas a nível nacional. 500 para o
RS. Certamente, não representa nem um terço
da real necessidade de reposição de vagas, que
é na faixa dos 30 mil.
Quando vemos o número de vagas oferecidas
por localidade, fica mais fácil entender a
palhaçada que é essa nova promessa de
concurso. Veja estes exemplos escandalosos:
Concurso público virou piada!
Carteiro - Porto Alegre, Alvorada,
Cachoeirinha, Eldorado do Sul, Glorinha,
Gravataí, Guaíba, Porto Alegre, Viamão – 156 /
Canoas, Esteio, Nova Santa Rita, Sapucaia do
Sul – 5.
OTT - Porto Alegre, Alvorada, Cachoeirinha,
Eldorado do Sul, Glorinha, Gravataí, Guaíba,
Viamão - 32.
Atendente Comercial - Porto Alegre,
Alvorada, Cacho-eirinha, Eldorado, Glorinha,
Gravataí, Guaíba e Viamão – 0 (CR) – Detalhe:
atribuições da atividade inclui entrega.
Cargo Único é armadilha
AGENTE DE CORREIOS – o que muda é
apenas as atividades. Ou seja, quem não assinou
o Termo de Oposição ao PCCS 2008, não perca
mais tempo. Caso contrário, o cargo é “bombril”,
para todo mundo.
02
PLR: que lucro é esse?
A direção da ECT
oferece apenas R$ 97 milhões
para ser distribuído como PLR
aos trabalha-dores. O lucro
declarado é de cerca de R$ 800
milhões. É impossível acreditar
nisso, pois no ano onde a ECT
mais economizou e menos
investiu em pessoal, o lucro não
pode ter diminuído.
Entretanto, se
considerarmos esse lucro
declarado, o que é oferecido
para pagamento de PLR é
apenas 11% do lucro! Sem
falar, que a empresa
tem R$ 6 bilhões em
caixa, que também é
fruto da
superexploração dos
trabalhadores e da falta de
condições de trabalho.
Portanto, por que não
engordar mais a PLR! Com a
mixaria atual já é possível
garantir R$ 2 mil linear se ao
invés de 11% forem 25% para
o pagamento de PLR. Deveria
e pode ser muito mais.
RESULTADOS
ASTRONÔMICOS
Os resultados de cada
trabalhador, bem como a
produtividade individual, nunca
foi tão alta dentro dos Correios.
No ano de mais dobras,
sobrecarga e péssimas
condições de trabalho, a
categoria merece muito mais.
Não podemos aceitar essa
lógica de diferenciar atividades
para determinar o mérito de
cada um, como se alguém
merecesse mais e outros
menos.
Se essa lógica for utilizada
a sério, é preciso dar toda
PLR aos trabalhadores e
nenhuma aos gestores da alta
cúpula, que afundaram de vez
os Correios interna e
externamente.
Por isso, como mínimo,
temos que exigir a PLR de R$
2 mil para todo mundo. Isso
é uma obrigação da atual
direção dos Correios, como
reparação aos danos causados
ao longo do último ano.
Novo estatuto da ECT é a privatização
A nova tática do governo
para acelerar o processo de
privatização da ECT é a
mudança no Estatuto da
empresa. Os objetivos são: 1)
criar subsidiárias e terceirizar
serviços que sempre foram
responsabilidade dos Correios,
desde a logística, RPN,
transportes e também entrega,
distribuição e coleta. 2)
Possibilita que pessoas de fora
do quadro de funcionários da
ECT sejam nomeadas para
todos os cargos de primeiro
escalão, não apenas a
presidência como é hoje. Isso vai
aumentar o vale-tudo na disputa
dos cargos entre os partidos do
governo. 3) Cria uma
representação sindical dentro do
conselho administrativo da ECT,
que teria direito a um voto e, na
prática, só legitimaria as decisões
da direção da empresa. Isso
aumentaria ainda mais o
atrelamento do movimento
sindical com o governo.
Armadilhas
Esses são apenas três
pontos dos mais debatidos nos
sindicatos, mas é provável que
esse estatuto traga bem mais
armadilhas, que só poderemos
conhecer quando a direção da
ECT criar vergonha e tornar
pública essa proposta.
Na prática, essa mudança
estatutária legaliza e legitima a
política de terceirizações e
precarização do trabalho que o
governo vem impondo ao longo
da última década, com MOT’s,
franquias e terceirizados.
O objetivo é lucrar mais e
gastar menos, pois não pagam em
dia, não pagam hora-extra, não
garantem assistência média e
podem pressionar e assediar à
vontade. Tem empresas
terceirizadas que nem mesmo
pagam seus funcionários, como é
o caso da WORK TIME, que já foi
acionada no ministério público
depois de escândalos na Sertório.
Falta transparência
O mais escandaloso, é que
essa proposta de mudança
estatutária não será debatida
com a categoria, nem com o
movimento sindical e muito
menos com a sociedade. Esse
tema não irá para votação na
Câmara dos Deputados nem no
Senado. Será por decreto
presidencial. Dilma assina e tá
valendo! Isso torna ainda mais
grave esse assunto, pois
podemos ser pegos de surpresa.
Esse medo que o governo
tem de discutir de forma
transparente essa questão, deixa
claro quais são as reais intenções
desse projeto. É a privatização!
Diferente das privatizações de
Collor e FHC na forma, mas
igual no conteúdo.
Ao invés de vender a
empresa inteira, a Frente Popular
vende ações ou terceiriza as
atividades da empresa. Na
prática, segue a mesma política
de entrega do patrimônio
nacional e das estatais aos
grandes empresários, como
ocorre na Petrobrás, BB, CEF e,
agora, ECT.
Tudo isso os trabalhadores
sentem diariamente na pele.
Nunca na história da ECT a
sobrecarga e as péssimas
condições de trabalho foram tão
escandalosas.
Vamos dar um
basta
Os trabalhadores não
agüentam mais as horas extras,
convocações para finais de
semana e a pressão das chefias.
Essa realidade toda gerou um
faturamento gigante para os
Correios, mas agora não
devolvem nada aos trabalhadores.
Precisamos dar um basta nisso.
Mostrar à população que a culpa
não é dos trabalhadores. CHEGA
de sobrecarga, pressão e
precarização do trabalho!
Por isso, não podemos esperar
a campanha salarial. Pode ser
tarde demais. O novo estatuto pode
ser decretado a qualquer momento,
e aí vem subsidiárias, mais
terceirizadas e MOTs. A LUTA É
AGORA. Caso contrário, em
pouco tempo “veremos mais azuis
do que amarelos”.
Por que lutar agora?
03
04
2011 começa com uma onda
crescente de lutas, mobilizações e
revoluções dos trabalhadores e povos
do mundo todo. Depois de um ano
inteiro de ataques, congelamentos
salariais, retirada de direitos e ajustes
fiscais, a classe trabalhadora segue
lutando com cada vez mais força.
Além das inúmeras greves gerais
na Europa, como na França, Espanha,
Portugal e Grécia, as massas do Norte
da África promovem uma das maiores
façanhas da história moderna. As
revoluções na Tunísia, Egito, Líbia,
Iêmem, Barhem, Síria, etc. seguem
crescendo a cada semana. Diferente
do que prega a grande mídia, não são
revoluções apenas democráticas. As
massas lutam por salário, emprego e
contra a miséria crescente gerada pela
crise do capitalismo.
Os EUA e o imperialismo não
têm outra saída senão fingir que apóiam
os povos em luta. Mas, na verdade,
fazem isso para tentar controlar a
situação e impor governos de sua
Todo apoio à luta da classe trabalhadora mundial
confiança na região. Por isso,
devemos prestar nossa solidariedade
aos trabalhadores do mundo árabe que
lutam contra os governos ditatoriais,
mas também devemos ser contra a
estratégia do imperialismo de
bombardear a Líbia para tentar
amordaçar e acabar com a luta
daqueles povos. De nada adianta
governos “democráticos” fantoches da
Casa Branca e de Washington.
No Brasil, a presidente Dilma,
depois de aumentar seu próprio salário
em 133%, cortou R$ 50 bilhões do
orçamento federal. Será muito dinheiro
a menos para a educação, saúde,
transporte, reajuste salarial e inclusive
para investimentos na ECT. Essa
política de apertar os cintos do povo
trabalhador, mas seguir garantindo os
mais altos lucros aos banqueiros e
empresários, mostra desde o início o
verdadeiro papel desse governo.
Vale também dizer que seria uma
obrigação desse governo romper
relações diplomáticas e econômicas
com o governo da Líbia, pois o Brasil
está financiando o banho de sangue
de Kadafi.
Buscar a Unificação
É preciso unificar as lutas das
categorias federais, como Correios,
Bancários, Petroleiros e servidores.
Nosso patrão é o mesmo. Então, por
que não organizar uma forte
mobilização unificada no segundo
semestre, visto que as campanhas
salariais dessas categorias são
bastante próximas umas das outras.
Os trabalhadores brasileiros sentem
na pele que nossa economia não é essa
maravilha toda. O crescimento propagandeado
foi baseado no endividamento
geral da população, ao mesmo tempo
em que os banqueiros e empresários
lucram cada vez mais com o juros alto.
E agora, os cortes de verba e o arrocho
salarial tendem a aumentar.
Organizar a luta
Por tudo isso, precisamos
organizar a nossa luta. Devemos seguir
o exemplo dos trabalhadores do
mundo inteiro que respondem com
greve e protesto a cada ataque dos
governos e patrões.
O Mundo Árabe mostra a força que
tem a unidade dos trabalhadores na
luta. Nós, trabalhadores, que
produzimos as riquezas de tudo,
podemos também decidir os rumos de
qualquer coisa.
Basta acreditarmos na nossa
força e na luta como única maneira
de garantir nossas reivindicações.
EXPEDIENTE
Publicação do Sindicato dos
Trabalhadores em Empresas de
Comunicações Postais, Telegráficas e
Similares do Estado do RS - SINTECT/
RS - Filiado à FENTECT
Rua Buarque de Macedo, 352, Porto Alegre/RS, CEP
90.230-250 - Fone (51) 3346.2133, Fax 3346.5529 e
9186.8112 - e-mail: sintect@portoweb.com.br - site:
www.sintectrs.org.br - Jorn. Resp.: Nara Roxo (MTb
4436) - Tiragem: 5.000 - Impressão: Gráfica
DIRETORIA EXECUTIVA: Vicente Guindani - Secretário Geral; Yuri Monteiro Aguiar -
Secretário de Políticas, Formação e Relação Sindical; Luciano Robinson da Silva (Cazuza) -
Secretário de Imprensa, Divulgação, Cultura e Eventos; Evandro Leonir da Silva - Secretário de
Administração, Finanças e Patrimônio; Carlos Messalla Lima da Rosa - Secretário de Anistia,
Aposentados e Defesa do Emprego; Alexandre dos Santos Nunes - Secretário de Políticas e
Segmentos Sociais; Claudieline Ourique - Secretário de Assuntos Jurídicos; Aristóteles Paes
de Azevedo - Secretário da Questão Racial; Arturus Sansonove - Secretário de Saúde do
Trabalhador; Maria Inês Nunes Martins Secretário da Mulher; Cleber Barcelos Soares -
Diretor de Subsedes.
SUBSEDES: Cássio Luciano de Menezes Silva – Passo Fundo; Taís Melo Paim - Vale dos
Sinos; Henrique Andrade Torales - Pelotas; Décio Juarez Vasconcellos Custódio - Santa
Cruz do Sul; Ana Rita de Cássia Vaz Muner - Caxias do Sul; Edilson Nunes da Silva (Cigano)
– Litoral - Veja a nominata completa da diretoria no site www.sintectrs.org.br
boletim oposição
A ECT faturou no ano passado mais de 13 bilhões e ficou com um lucro líquido
acima dos 826 milhões, mas está querendo aplicar um novo golpe nos
trabalhadores, destinando para pagamento da PLR, somente 97 milhões.
O lucro foi atingido com
muito suor e sacrifício de
todos trabalhadores,
especialmente o pessoal de
nível básico (Carteiros,
OTT‘s, Atendentes,
Motoristas, Auxiliares
administrativos e outros),
pois foi processado no ano
em que faltou mais de 10
mil trabalhadores nos
quadros da empresa, que
expressa que produzimos
muito mais, para garantir
que não ocorresse um
apagão postal no país.
Por outro lado a direção
da empresa quer pagar
menos do que pagou no ano
passado! Isso é inaceitável.
E nós não vamos permitir
essa sacanagem da empresa
contra todos os
trabalhadores dos correios.
PLR DIFERENCIADA E DISCRIMINATÓRIA
Sindicatos de todo país exigem R$ 2.000,00 igual para todos
Além de destinar um valor menor para
pagamento da PLR/2010, a direção da
empresa quer pagar a PLR de forma
diferenciada e discriminatória. Diferenciada
porque quer pagar mais para a chefia e
menos para os trabalhadores.Discriminatória
porque deixa de fora os trabalhadores que
por ventura tiveram que faltar ao serviço ou
ficaram doentes com afastamento acima de
três meses. Isso é punir os trabalhadores
duas vezes, pois, já perderam os dias
quando faltaram ou ficou na dependência
do INSS devido ao seu problema de saúde
que a maioria é de doença profissional.Por
isso o Conselho de Representantes da
FENTECT, que é composto por um
representante de cada sindicato a nível
nacional, deliberou que a luta vai ser por
PLR de 2 mil reais, igual para todos sem
distinção.
Calendário de luta aprovado no CONSIN
• Entre os dias 21/03 a 08/04: Mobilização nas bases,
• Dia 11-04 : Envio de caravanas à Brasília:
• Dia 12-04 – Ato em frente ao prédio da ECT;
• Dia 13-04 – Ato em frente ao MINICOM
(ministério das comunicação);
• Dia 14-04 – Ato em frente à Casa Civil;
• Dia 19-04 : Assembléias para votar o Estado de
Greve
• Dia 26-04 : Assembléias para votar a Greve por
Tempo Indeterminado
Eixos de campanha: Contra as mudanças do Estatuto
– Concurso Público – PLR Linear - Melhores
Condições de Trabalho.
CONSIN APROVA GREVE
PELA PLR LINEAR PARA TODOS
OPOSIÇÃO
Ás direções do SINTECT/SP e FENTECT
Em defesa dos correios público, 100% estatal de boa qualidade e sob controle dos trabalhadores!
Boletim
Abril de 2011
Mais cargos para
os sindicalistas governistas
A cooptação dos dirigentes
sindicais foi uma marca do governo
Lula, mas não terminou com ele. A
briga em torno do reajuste do salário
mínimo pode ter dado a falsa
impressão que o governo Dilma
entrava em rota de colisão com as
centrais. Mas Dilma demonstra
seguir a estratégia de seu
antecessor e toma medidas para
reforçar ainda mais a cooptação de
dirigentes sindicais ao Estado. No
dia 11 de março o governo
regulamentou uma lei aprovada no
final de dezembro do ano passado.
A portaria assinada pela ministra do
Planejamento Miriam Belchior
detalha a lei que garante um lugar
aos trabalhadores nos conselhos de
administração de empresas
estatais ou de sociedades mistas,
ou seja, de empresas com capital
público e privado, com mais de 200
funcionários. De acordo com o
ministério, 59 empresas criarão
postos para receberem os novos
conselheiros. Os representantes
das principais centrais sindicais,
como a Força Sindical, CUT, CTB,
e outras comemoraram a
regulamentação da nova lei. O vicepresidente
da CUT, José Lopez
Feijó, ex-presidente do Sindicato
dos Metalúrgicos do ABC, afirmou
à imprensa que “ter um
representante nos conselhos de
administração significa
democratizar a gestão da estatal”.
Mas será essa uma medida que vai
realmente aumentar o poder dos
trabalhadores nessas empresas?
Pela lei, esses novos conselheiros,
definidos em eleições controladas
pelos sindicatos e as empresas,
não vão ter poder de voto em
decisões que afetem diretamente
os trabalhadores, como salário ou
PLR. Ao mesmo tempo, terão um
significativo aumento salarial. De
acordo com o jornal Estado de S.
Paulo, um conselheiro do Banco do
Brasil ganha R$ 3.606 por mês,
enquanto na Eletrobrás esse valor
chega a R$ 4.212.Ou seja, uma vez
na administração da empresa, esse
conselheiro vai gerir a estatal
juntamente com os representantes
do governo e dos investidores. O
salário extra e demais privilégios,
por sua vez, vão aprofundar a
burocratização desses dirigentes,
que atuarão não em defesa dos
trabalhadores, mas de seus
próprios interesses. No início de
2009, por exemplo, quando a crise
econômica atingiu em cheio o
Brasil, a Embraer, embora tivesse
entre seus principais acionistas a
Previ, o fundo de pensão dos
funcionários do Banco do Brasil,
demitiu 4.200 trabalhadores. A
direção do fundo de pensão, com
assento no conselho da empresa,
não impediu ou se voltou contra
essa medida. Os próprios fundos
de pensão são exemplos de como
ocorre essa cooptação, com
antigos dirigentes tornando-se
gestores diretos do capital.
Solta a língua
Zé da Mala
Os funcionários que prestam
serviço na Submarino de Osasco,
não estão agüentando a
sobrecarga de trabalho. Os correios
tinha que mandar para lá 4
funcionários, mas tem dia que só
manda 1, e esse tem que trabalhar
igual camelo. Além disso, faltam
funcionários, material, tudo, até
respeito. O pior é que agora eles
têm dois patrões, os Correios e a
Submarino! Porque quem mais exige
produção dos funcionários é a
Submarino. Exigimos providências
da ASGET o mais rápido possível.
Escravos da
Submarino
CEE AGUA BRANCA, se
organizam contra o SDE
Cansados de sofrerem com o desdobramento
da implantação do
SDE, que só causou sobrecarga de
trabalho, os trabalhadores resolveram
criar uma comissão para
apontar os problemas que o SDE
tem trazido como: prejuízos para
os trabalhadores que sofrem com
as mudanças nos horários, perdas
de direitos e perda dos clientes
para o CEE . Hoje faltam materiais
e gente para executar o trabalho.
Os companheiros do CEE AGUA
BRANCA estão dando exemplo de
como se deve enfrentar esta política
irresponsável da direção da
empresa
Gerentes do GMIMP
perseguem trabalhadores
Os paus mandados da empresa não
se contentam em exigir produção
excessiva dos trabalhadores. Agora
estão perseguindo pessoalmente
os funcionários, ou seja, assediando
moralmente os trabalhadores,
principalmente os mais velhos
acima dos 826 milhões, mas está querendo aplicar um novo golpe nos
trabalhadores, destinando para pagamento da PLR, somente 97 milhões.
O lucro foi atingido com
muito suor e sacrifício de
todos trabalhadores,
especialmente o pessoal de
nível básico (Carteiros,
OTT‘s, Atendentes,
Motoristas, Auxiliares
administrativos e outros),
pois foi processado no ano
em que faltou mais de 10
mil trabalhadores nos
quadros da empresa, que
expressa que produzimos
muito mais, para garantir
que não ocorresse um
apagão postal no país.
Por outro lado a direção
da empresa quer pagar
menos do que pagou no ano
passado! Isso é inaceitável.
E nós não vamos permitir
essa sacanagem da empresa
contra todos os
trabalhadores dos correios.
PLR DIFERENCIADA E DISCRIMINATÓRIA
Sindicatos de todo país exigem R$ 2.000,00 igual para todos
Além de destinar um valor menor para
pagamento da PLR/2010, a direção da
empresa quer pagar a PLR de forma
diferenciada e discriminatória. Diferenciada
porque quer pagar mais para a chefia e
menos para os trabalhadores.Discriminatória
porque deixa de fora os trabalhadores que
por ventura tiveram que faltar ao serviço ou
ficaram doentes com afastamento acima de
três meses. Isso é punir os trabalhadores
duas vezes, pois, já perderam os dias
quando faltaram ou ficou na dependência
do INSS devido ao seu problema de saúde
que a maioria é de doença profissional.Por
isso o Conselho de Representantes da
FENTECT, que é composto por um
representante de cada sindicato a nível
nacional, deliberou que a luta vai ser por
PLR de 2 mil reais, igual para todos sem
distinção.
Calendário de luta aprovado no CONSIN
• Entre os dias 21/03 a 08/04: Mobilização nas bases,
• Dia 11-04 : Envio de caravanas à Brasília:
• Dia 12-04 – Ato em frente ao prédio da ECT;
• Dia 13-04 – Ato em frente ao MINICOM
(ministério das comunicação);
• Dia 14-04 – Ato em frente à Casa Civil;
• Dia 19-04 : Assembléias para votar o Estado de
Greve
• Dia 26-04 : Assembléias para votar a Greve por
Tempo Indeterminado
Eixos de campanha: Contra as mudanças do Estatuto
– Concurso Público – PLR Linear - Melhores
Condições de Trabalho.
CONSIN APROVA GREVE
PELA PLR LINEAR PARA TODOS
OPOSIÇÃO
Ás direções do SINTECT/SP e FENTECT
Em defesa dos correios público, 100% estatal de boa qualidade e sob controle dos trabalhadores!
Boletim
Abril de 2011
Mais cargos para
os sindicalistas governistas
A cooptação dos dirigentes
sindicais foi uma marca do governo
Lula, mas não terminou com ele. A
briga em torno do reajuste do salário
mínimo pode ter dado a falsa
impressão que o governo Dilma
entrava em rota de colisão com as
centrais. Mas Dilma demonstra
seguir a estratégia de seu
antecessor e toma medidas para
reforçar ainda mais a cooptação de
dirigentes sindicais ao Estado. No
dia 11 de março o governo
regulamentou uma lei aprovada no
final de dezembro do ano passado.
A portaria assinada pela ministra do
Planejamento Miriam Belchior
detalha a lei que garante um lugar
aos trabalhadores nos conselhos de
administração de empresas
estatais ou de sociedades mistas,
ou seja, de empresas com capital
público e privado, com mais de 200
funcionários. De acordo com o
ministério, 59 empresas criarão
postos para receberem os novos
conselheiros. Os representantes
das principais centrais sindicais,
como a Força Sindical, CUT, CTB,
e outras comemoraram a
regulamentação da nova lei. O vicepresidente
da CUT, José Lopez
Feijó, ex-presidente do Sindicato
dos Metalúrgicos do ABC, afirmou
à imprensa que “ter um
representante nos conselhos de
administração significa
democratizar a gestão da estatal”.
Mas será essa uma medida que vai
realmente aumentar o poder dos
trabalhadores nessas empresas?
Pela lei, esses novos conselheiros,
definidos em eleições controladas
pelos sindicatos e as empresas,
não vão ter poder de voto em
decisões que afetem diretamente
os trabalhadores, como salário ou
PLR. Ao mesmo tempo, terão um
significativo aumento salarial. De
acordo com o jornal Estado de S.
Paulo, um conselheiro do Banco do
Brasil ganha R$ 3.606 por mês,
enquanto na Eletrobrás esse valor
chega a R$ 4.212.Ou seja, uma vez
na administração da empresa, esse
conselheiro vai gerir a estatal
juntamente com os representantes
do governo e dos investidores. O
salário extra e demais privilégios,
por sua vez, vão aprofundar a
burocratização desses dirigentes,
que atuarão não em defesa dos
trabalhadores, mas de seus
próprios interesses. No início de
2009, por exemplo, quando a crise
econômica atingiu em cheio o
Brasil, a Embraer, embora tivesse
entre seus principais acionistas a
Previ, o fundo de pensão dos
funcionários do Banco do Brasil,
demitiu 4.200 trabalhadores. A
direção do fundo de pensão, com
assento no conselho da empresa,
não impediu ou se voltou contra
essa medida. Os próprios fundos
de pensão são exemplos de como
ocorre essa cooptação, com
antigos dirigentes tornando-se
gestores diretos do capital.
Solta a língua
Zé da Mala
Os funcionários que prestam
serviço na Submarino de Osasco,
não estão agüentando a
sobrecarga de trabalho. Os correios
tinha que mandar para lá 4
funcionários, mas tem dia que só
manda 1, e esse tem que trabalhar
igual camelo. Além disso, faltam
funcionários, material, tudo, até
respeito. O pior é que agora eles
têm dois patrões, os Correios e a
Submarino! Porque quem mais exige
produção dos funcionários é a
Submarino. Exigimos providências
da ASGET o mais rápido possível.
Escravos da
Submarino
CEE AGUA BRANCA, se
organizam contra o SDE
Cansados de sofrerem com o desdobramento
da implantação do
SDE, que só causou sobrecarga de
trabalho, os trabalhadores resolveram
criar uma comissão para
apontar os problemas que o SDE
tem trazido como: prejuízos para
os trabalhadores que sofrem com
as mudanças nos horários, perdas
de direitos e perda dos clientes
para o CEE . Hoje faltam materiais
e gente para executar o trabalho.
Os companheiros do CEE AGUA
BRANCA estão dando exemplo de
como se deve enfrentar esta política
irresponsável da direção da
empresa
Gerentes do GMIMP
perseguem trabalhadores
Os paus mandados da empresa não
se contentam em exigir produção
excessiva dos trabalhadores. Agora
estão perseguindo pessoalmente
os funcionários, ou seja, assediando
moralmente os trabalhadores,
principalmente os mais velhos
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